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Sony Walkman NW-WM1ZM3 com acabamento banhado a ouro e tela de 5,5 polegadas sobre bancada de estúdio.
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Áudio20 de outubro de 2026

Sony Walkman volta com acabamento em ouro e preco de R$ 30 mil

A Sony apresentou novos modelos para a linha Signature Series com foco no público audiófilo e em profissionais de estúdio. O modelo topo de linha traz chassi em cobre livre de oxigênio banhado a ouro e custa cerca de R$ 30 mil em conversão direta. As versões contam com sistema operacional Android 16, conexões físicas balanceadas e autonomia de até 35 horas.

O Sony Walkman retornou ao catálogo de áudio topo de linha com um modelo que custa cerca de R$ 30 mil em conversão direta.

A fabricante japonesa apresentou a atualização da Signature Series com foco exclusivo no mercado audiófilo e em engenheiros de som. O lançamento divide-se entre o NW-WM1ZM3, cotado a US$ 5,9 mil (aproximadamente R$ 30 mil), e o NW-WM1AM3, comercializado por US$ 2.999,99 (cerca de R$ 15 mil).

Como a Sony fechou sua divisão comercial no Brasil em 2020, os aparelhos não contam com distribuição oficial no mercado nacional. Quem busca a reprodução sem perdas precisa importar os equipamentos por conta própria.

Diferenças estruturais no novo Sony Walkman

A estrutura física dita o degrau de preço entre os dois modelos apresentados. A versão ZM3 utiliza um chassi feito de cobre livre de oxigênio (OFC) com acabamento externo em ouro, enquanto o modelo AM3 adota um corpo mais discreto.

Na fiação interna, a empresa instalou cabos com a assinatura Kimber Kable para frear ruídos elétricos na condução do sinal. O objetivo declarado pela marca é entregar fidelidade absoluta em relação ao master original gravado em estúdio.

O armazenamento embutido também varia conforme o valor desembolsado. O modelo com chassi dourado entrega 256 GB internos, enquanto a opção mais acessível fica limitada a 128 GB de fábrica.

EspecificaçãoNW-WM1ZM3NW-WM1AM3
Preço anunciado (dólares)US$ 5,9 milUS$ 2.999,99
Preço aproximado (reais)Cerca de R$ 30 milCerca de R$ 15 mil
Material do chassiCobre OFC com acabamento em ouroCobre OFC tradicional
Fiação internaKimber KableKimber Kable
Armazenamento nativo256 GB128 GB
Expansão de memóriaLeitor de cartão microSDLeitor de cartão microSD
Tela integrada5,5 polegadas5,5 polegadas
Sistema operacionalAndroid 16Android 16

Hardware de áudio e conexões físicas

O processamento sonoro opera a partir do amplificador digital S-Master HX desenvolvido pela própria marca. O circuito trabalha nativamente com arquivos DSD (Direct Stream Digital), preservando a amostragem pura de gravações analógicas convertidas.

O topo do dispositivo concentra duas saídas físicas para fones de ouvido no padrão P2 de 3,5 mm. Esse arranjo duplo permite acoplar plugs normais estéreo ou saídas balanceadas com separação total entre os canais esquerdo e direito.

Para quem precisa de catálogo amplo, a memória aceita expansão via cartão microSD. Essa porta extra evita o estrangulamento da capacidade interna, já que masters sem compressão ocupam dezenas de gigabytes com facilidade.

Android 16 e conectividade sem fio no Sony Walkman

A interface visual do Sony Walkman roda em uma tela sensível ao toque de 5,5 polegadas. O software base é o Android 16, o que garante a instalação de tocadores modernos e clientes de streaming diretamente da loja oficial.

O aparelho traz conectividade Wi-Fi e Bluetooth para comunicação com caixas externas e fones sem fio. Músicas tocadas via Spotify ou plataformas concorrentes passam por compressão dinâmica que reduz o ganho auditivo do hardware.

Para extrair o rendimento total, o usuário deve ativar transmissões sem perdas (lossless) nos aplicativos ou transferir faixas offline diretamente para o disco. Arquivos locais em DSD e FLAC garantem a fidelidade sonora prometida pelo chassi de cobre.

Bateria e eficiência da reprodução de áudio

A autonomia varia conforme o formato do arquivo em execução e o tipo de fone conectado. Mídias de ultra-alta resolução impõem consumo elétrico superior ao processador interno.

  • Arquivos leves e codecs comuns: alcançam o teto homologado de até 35 horas de reprodução contínua.
  • Arquivos pesados (FLAC e DSD): derrubam o tempo para uma média de 30 horas por ciclo de carga.
  • Conexão Bluetooth ativa: estende o uso sem fio para uma marca de até 41 horas contínuas.
  • Aplicativo nativo W.Music: registra o menor gasto energético em comparação com tocadores de terceiros.

Passo a passo para configurar áudio puro no player

  1. Conecte o cabo do seu fone audiófilo na saída balanceada P2 dedicada para isolar interferências de aterramento.
  2. Insira um cartão microSD preenchido previamente com arquivos DSD ou FLAC de alta densidade.
  3. Abra o reprodutor nativo W.Music para dispensar as camadas de conversão pesadas de softwares de terceiros.
  4. Desative conexões de rede móvel ou Wi-Fi desnecessárias para economizar carga e barrar ruídos de radiofrequência.

Para quem serve este equipamento

O aparelho atende a produtores musicais e engenheiros de mixagem que necessitam auditar masters longe da mesa principal. Ter precisão de monitoramento fora do estúdio economiza horas de pós-produção em regravações.

O dispositivo não atende quem consome música exclusivamente por fones Bluetooth casuais ou serviços de streaming com compressão em MP3. Comprar um chassi dourado desse porte sem uma cadeia de áudio profissional resulta em dinheiro desperdiçado.

Fonte: Tecnoblog{:rel="nofollow"}

Verifique se o seu acervo musical atual conta com arquivos sem perdas antes de investir em qualquer reprodutor portátil dedicado.

Perguntas frequentes

O Sony Walkman NW-WM1ZM3 possui garantia no Brasil?
Não. Como a Sony encerrou as operações de eletrônicos de consumo no mercado brasileiro em 2020, o produto depende de importação independente e não dispõe de assistência técnica oficial no país.
É possível usar fones comuns no novo Walkman?
Sim. O player conta com saídas físicas padrão P2 de 3,5 mm para fones de ouvido comuns, além de permitir o uso de conectores balanceados para eliminar ruídos de sinal.
Vale a pena usar Spotify no Sony Walkman dourado?
O aparelho roda o aplicativo via Android 16, mas o catálogo padrão em MP3 sofre compressão perceptível. O hardware foi projetado para entregar desempenho real com arquivos locais DSD ou transmissões em formato lossless.

Com informações de Tecnoblog.

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